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03/08/2018 15:35    -   Atualizado em   

Justiça nega absolvição de empresário réu na Ararath

  • Fonte: GAZETA DIGITAL
Foto: Otmar de Oliveira

O juiz Jeferson Schneider, da 5ª Vara Federal em Mato Grosso, negou absolvição sumária ao empresário Renan Luiz Mendonça, réu em processo da Ararath.

A decisão foi estabelecida após Schneider julgar improcedente incidente de insanidade mental, declarando a possibilidade de julgamento e punição contra Renan Mendonça.

O processo segue sob segredo de Justiça. Renan Bezerra foi examinado em novembro de 2017. A decisão que julgou improcedente o incidente foi estabelecida no dia 24 de julho de 2018.

Já a decisão que negou absolvição sumária foi estabelecida no dia 30 de julho.

Ato contínuo, o dia 31 de agosto foi designado para audiência de instrução, momento em que serão ouvidos testemunhas de defesa.

Renan virou alvo na oitava ação da Operação Ararath. O processo arrolou ainda o ex-secretário de Fazenda de Mato Grosso, Éder de Moraes Dias, Laura Dias, Pedro Arminio Piran e Celso Luiz Duarte Bezerra, pai de Renan Bezerra.

Os nomes foram denunciados pelo crime de lavagem de dinheiro. Nesta ação, Éder também é denunciado por falsificação de documentos.

Segundo o Ministério Público Federal (MPF), os 5 denunciados arquitetaram várias operações de compra e venda de um terreno no condomínio Florais Cuiabá para “lavar” dinheiro vindo do esquema criminoso de desvio de recursos públicos estaduais em Mato Grosso.

Em 4 anos, os envolvidos simularam de forma fraudulenta 4 vezes a venda do terreno onde foi construída a casa de Éder de Moraes e Laura Dias em Cuiabá, até o imóvel ser registrado em nome do filho menor de idade do casal.

A ação proposta pelo Ministério Público Federal pede o sequestro do imóvel residencial, avaliado em mais de R$ 3 milhões, fruto do crime de lavagem de dinheiro.

Outro lado

Em contato com o Gazeta Digital, Éder Moraes garantiu que todas as imputações feitas pelo Ministério Público Federal a ele foram devidamente saneadas dentro do devido processo legal.

Ressalta que todos os fatos foram esclarecidos e a escritura pública do imóvel registrado em cartório contradiz tudo que está sendo dito pelo MPF.

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