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09/02/2018 14:17

Gecat e Deddica prendem homem por pornografia infantil

  • Fonte: Juína News com assessoria
Foto: Assessoria | PJC-MT

Um homem de 42 anos, investigado por crime de pedofilia, foi preso durante cumprimento de mandados de busca e apreensão, na manhã desta sexta-feira (09), pela Gerência de Combate aos Crimes de Alta Tecnologia (Gecat) e a Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica).

O suspeito. G.H.M, 42 anos, foi autuado em flagrante no artigo 241-B, do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), por adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explicito ou pornográfico envolvendo criança e adolescente.  Ele teve fiança de R$ 25.758,00 aplicada na Delegacia. Caso não seja recolhida, será apresentado em audiência de custódia, à disposição da Justiça.

Os materiais foram encontrados em um dos dois imóveis pertencentes ao investigado, localizados em dois bairros de Cuiabá. No local, os policiais apreenderam dois notebook’s, 5 pendrives e 5 smartphones. Em um dos celulares, que já foi enviado à perícia, os policiais encontraram um vídeo contendo cenas de duas crianças, do sexo masculino, praticando sexo com um equino.

A investigação iniciou no ano passado com comunicação oficial da Secretaria Nacional de Justiça (Senasp), que em outubro de 2017, deflagrou a operação “Luz na Infância”. Na ocasião, a Gecat ainda não tinha obtido autorização judicial para proceder às buscas e assim esteve fora da ação desencadeada em todo o Brasil para prender pedófilos na internet, que tiveram as condutas mapeadas.

O delegado da Gecat, Eduardo Augusto Botelho de Paula, disse que a perícia será feita em todo o material para identificar outras imagens, uma vez que muitos dos arquivos encontrados nos aparelhos estão com senha. “Esse material será analisado para identificar se há conteúdo de pornografia adulta e infantil”, disse.

O suspeito contou aos policiais que apenas havia feito download do vídeo, mas o simples fato de baixar os arquivos e armazená-los, já é considerado crime. 

Os dois mandados de busca e apreensão foram concedidos pela 14ª Vara Criminal de Cuiabá.

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