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13/11/2017 15:50

Jovem morta após combinar carona por WhatsApp pode ter sigilo telefônico quebrado a pedido da família

Parentes alegam que ainda há dúvidas sobre inquérito. Jovem saiu de São José do Rio Preto (SP) em carona com suspeito para Itapagipe (MG).

  • Fonte: G1
Foto: Reprodução/TV

A família da jovem Kelly Cadamuro, de 22 anos, que foi morta após uma carona combinada pelo WhatsApp, não ficou satisfeita e questiona o inquérito feito pela Polícia Civil de Frutal (MG) sobre o assassinato.

A Polícia Civil teria 30 dias para concluir o inquérito, mas indiciou Jonathan Pereira do Prado por latrocínio, ocultação de cadáver e estupro na semana passada. O corpo da jovem foi encontrado no dia 2 de novembro, e Jonathan foi preso no mesmo dia.

A família acha que alguns pontos não ficaram esclarecidos, como a mulher que teria combinado carona com Kelly junto com o suspeito, mas que não apareceu.

De acordo com a família, houve também uma ligação sem identificação feita do celular da Kelly depois do assassinato. Por isso, a família deve pedir a quebra do sigilo telefônico da jovem ao Ministério Público.

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