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13/07/2017 10:34

Policiais Militares de MT são presos no Maranhão após manterem família refém

  • Fonte: Patrícia Neves/Olhar Direto
Foto: Divulgação

Dois policiais militares de Mato Grosso foram presos na cidade de Santa Luzia, no Maranhão, acusados de integrar uma quadrilha que manteve uma família como refém para cobrança de uma dívida. Os militares - um cabo e um soldado - integram o Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam). As prisões foram realizadas na tarde de quarta-feira (12). Pelo menos dez aparelhos celulares, além de armamento, foram apreendidos durante a ação policial.


Informações divulgadas revelam que os militares presos são o soldado Edoriel Tales Taques Albuquerque e o cabo Wellington Bispo Nunes. Além deles, outros dois homens foram localizados em um pequeno povoado pertencente a cidade de Santa Luzia. 

As vítimas, conforme investigações da polícia local, foram amarradas, amordaçadas e mantidas em cárcere. Existem informações preliminares de que a dupla, supostamente, estaria acompanhando um agiota. 

O comando de Policiamento Especializado de Mato Grosso revelou que os policiais viajaram após pedirem licença do serviço para resolverem questões pessoais. Em razão da prisão, os dois serão submetidos a procedimento administrativo e poderão ser excluídos da corporação. Paralelamente, irão responder aos procedimentos instaurados pela Polícia CIvil do Maranhão. 

A PM divulgou nota pública sobre o caso.

A Polícia Militar informa que tomou conhecimento da prisão de dois policiais do Batalhão Rotam, um cabo e um soldado, no Estado do Maranhão, porém não recebeu nenhuma informação oficial sobre as circunstancias e os crimes a eles imputados.

Informa ainda que além das implicações a que estão sujeitos na Justiça Comum, um Inquérito Policial Militar (IPM) será instaurado pela Corregedoria da PMMT para apurar a conduta de ambos.

De acordo com o comandante do Policiamento Especializado(Cesp) da Polícia Militar, coronel Henrique Correa Santos, os dois policiais viajaram após pedir dispensa para resolver questões pessoais.

O comandante das unidades especializadas lamenta pelo ocorrido e reforça que a Polícia Militar repudia atos dessa natureza.

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